O dia em que eu descobri
É a partir da ternura que Juliana Schneider narra as primeiras aventuras, angústias, riscos, amores e desilusões de Catarina. Com uma prosa poética próxima à oralidade, sua escrita nos envolve e transporta para uma infância repleta de nuances e ambiguidades. Junto à sua menina-narradora, nos reencontramos com palavras já acostumadas, revivendo o momento inaugural de significados e imagens.
“O dia em que eu descobri” soma o espanto à ternura, é uma coceira na garganta, uma dança desencontrada, o riso do corpo no encontro com o mundo. Li num fôlego só.
Fechei o livro como quem toca a campainha da vizinha e pensei: “é um daqueles dias de muita sorte”.”
— Luiza Romão
“Buscar a infância é voltar para casa como observador de quem fomos e de quem nos tornamos. Juliana Schneider nos apresenta essas crianças com uma prosa poética rica em detalhes. Um livro nostálgico, que nos traz sensações de um tempo que nos é familiar, um voltar para casa, a criança escondida e perdida dentro de nós.”
— Morgana Kretzmann
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