Sobre
Juliana Schneider é investigadora com doutorado pela Universidade de Plymouth, no Reino Unido, poeta e educadora. Fundadora da Escola Schumacher Brasil, em 2014, dedica-se há mais de uma década à aprendizagem experiencial como consultora, facilitadora e educadora. A sua investigação explora a liminaridade e as formas de conhecimento que emergem das sensações e percepções corporais antes de se tornarem acessíveis à razão e à linguagem. O seu trabalho articula investigação, educação e criação artística, com interesses na escrita, na poesia, no saber do corpo, no pensamento ecológico, em formas alternativas de aprendizagem como os saberes indígenas e situados.
É autora de O dia em que eu descobri (Patuá, 2023), Leva ( ) dias e ( 49 ) poemas para esquecer (Urutau, 2025) e esse corpo (Oficina do Cego, 2025). Foi selecionada do CLIPE — Curso Livre de Preparação do Escritor, da Casa das Rosas, em 2021. Tem trabalhos publicados nas antologias Imagens de Coragem (Patuá), Bidê Coletivo (Urutau) e Grão de Pólen: antologia de haikais (Cavalo Azul, 2024). É aprendiz de tipografia e outras técnicas de impressão manuais. Vive em Lisboa desde 2024, onde segue criando e escrevendo com o corpo.